• Ana Melo Dias

Seu sonho é realmente seu?


Para você realizar seus sonhos antes de mais nada é preciso identificar quais são eles. Parece óbvio, mas quando se pede às pessoas para dizerem seus sonhos mais profundos muitas delas não sabem ao certo identifica-los. E ás vezes, até identificam alguns, mas quando olham mais de perto, descobrem que querem realizar os sonhos de outras pessoas.

A dificuldade de saber qual seu sonho se passa pelo principio da realidade, muito do que você deseja profundamente não chega ao seu consciente porque ele sofreu o filtro do que você acredita ser possível. Isso acontece porque desde de criança, recebemos muitas mensagens que alegam definir o que é possível do impossível e esses limites se tornam verdades inquestionáveis e moldam nossa foram de pensar e agir.

É perfeitamente compreensível que nosso processo educacional ensine limites, para a própria segurança da criança. Porém, os adultos tendem a impor referências pessoais nesse processo, ou seja, passam seus medos e limitações adiante e isso pode tolher o mundo das possibilidade de uma criança. Mais tarde, com certa frequência, os sonhos entram na classificação do audacioso demais, trancado na porta do imaginário.

Conhecer, reconhecer e agarrar seus próprios sonhos, começa com o processo de ousar cria-los de forma personalizada, de ser original! No livro Originais, o autor Adam Grant, diz que originalidade é quando a gente toma o caminho menos trilhado, defendendo um conjunto de ideias novas que contrariam o pensamento comum. O ponto de partida deste processo é a curiosidade. Grant revela que as pessoas criativas também se sentem inseguras, ficam com medo e hesitam. A diferença é que elas acreditam que pior que tentar falhar é nem tentar.

O autor procura desvendar as crenças que existem relacionadas ao processo criativo. Para isto, ele recorre a estudos e fatos reais de originalidade ocorridos em diversas áreas como mundo corporativo, política, esporte, demonstrando como combater o conformismo, aprimorar sua criatividade e tornar-se capaz de identificar e defender ideias verdadeiramente originais.

Para desenvolver a originalidade o autor propõe algumas ações, dentre elas:

1. Triplique seu número de ideias geradas. Pessoas criativas não tem ideias melhores, elas geram um número maior de ideias, o que aumenta a probabilidade de uma ser boa.

2. Experimente uma nova área do saber. Os grandes “Originais” da história não focavam em uma só área de saber. Conectar ideias de mundos diferentes é uma forma de expressar a criatividade.

3. Obtenha mais feedback dos amigos, isso te dará noção de onde melhorar.

4. Equilibre sua exposição ao risco. Ser original não tem relação com se por em risco, pelo contrário ser prudente e menos extremo é uma forma de enxergar mais lados e em consequência mais possibilidades.

5. Fale com um público diferente do seu habitual. Ter amigos parecidos com nós mesmos é confortável, mas se quer ousar criar um caminho original é preciso conhecer a diversidade.

Por fim, reconhecer seus próprios sonhos significa se expor ao diferente! Mudar a forma de ver o mundo e impulsionar seu desejo de transforma-lo a partir de uma mentalidade originalmente sua.

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